Desativado!

2009 Julho 8
por Jhonathan Doria

Blog desativado por tempo indeterminado!

Por enquanto estarei publicando no antigo blog:

http://tricolorquerido.wordpress.com/

Desculpe pelos transtornos.

abs,

Jhonathan Doria

Blog do Zanquetta: Reforços & Especulações

2009 Julho 4
por Jhonathan Doria

Começou a temporada de especulações! Façam suas apostas!

especul

Qual destes nomes você gostaria de ver jogando no Tricolor?

São Paulo assina contrato com novo patrocinador das mangas na segunda-feira

2009 Julho 4
por Jhonathan Doria

IPS

O São Paulo assina nesta próxima segunda-feira no salão Nobre do estádio do Morumbi o patrocinio com a IPS (in-plane switching).

A IPS já vem estampando há alguns jogos,sua marca nas mangas dos uniformes do São Paulo.

IPS é o sistema digital mais moderno do mercado,usado em tvs de lcd.

Na assinatura do contrato saberei mais detalhes sobre o patrocinio e postarei aqui no blog.

Blog do Marcello Lima

È Do Brasil!!!

2009 Junho 28
por Jhonathan Doria

Fonte: Globo / Terra

abs,

Jhonathan Doria

Fifa sugere fechamento do Morumbi por 2 anos

2009 Junho 27
por Jhonathan Doria

Para entidade, Maracanã, que não terá jogos durante obras, é um bom exemplo. Possibilidade de São Paulo não ser sede do Mundial está descartada, diz representante da Fifa, mas alternativas de arenas podem ser estudadas

Folha de S. Paulo

O secretário-geral da Fifa e responsável pelas críticas ao Morumbi, Jérôme Valcke, vê um caminho para que o estádio consiga cumprir as exigências da entidade e se transformar na sede paulista para a Copa-2014.

À Folha, ontem, em Johannesburgo, o dirigente afirmou que uma boa saída para o estádio são-paulino é seguir o exemplo do Maracanã, que será o palco da final do torneio.

“Acho que é possível que o Morumbi vire um estádio para a Copa. Veja o Maracanã, por exemplo: ele deve ser fechado por dois anos para se adaptar e se tornar um estádio Fifa. Talvez eles possam fazer o mesmo”, declarou Valcke.

O projeto inicial do Morumbi não prevê o fechamento total do estádio durante as obras.

Valcke apontou que o principal problema do Morumbi está no entorno. A Fifa exige que haja um centro de mídia e área para o estacionamento de caminhões geradores de imagens das emissoras de TV, além de ampla área para estacionamento de jornalistas e convidados.

Na África, todos os estádios usados na Copa das Confederações cumpriram rigorosamente essa determinação. No Ellis Park, por exemplo, palco da final do torneio, amanhã, entre Brasil e Estados Unidos, foi usada a área de uma universidade que fica ao lado da arena, localizada em Johannesburgo.

O projeto inicial do Morumbi, segundo a Fifa, previa a construção dessa área a 1 km do estádio, distância considerada inviável pela entidade. Os são-paulinos rechaçam a informação e dizem que o local ficará bem mais próximo, a 300 m.

“Nós avisamos os responsáveis desse problema. Agora eles têm de se empenhar para resolver isso, senão teremos que buscar alternativas”, disse Valcke, que descartou, no entanto, uma possível exclusão da cidade de São Paulo entre as 12 sedes brasileiras escolhidas.

Valcke confirmou que os outros 11 projetos não têm problemas para atender às exigências da entidade máxima do futebol. A Fifa, porém, acredita que o principal desafio do Brasil está justamente na construção e adaptação de suas arenas.

Durante a semana, o presidente Lula foi ao Morumbi e manifestou apoio ao estádio são-paulino. Cartolas ligados à CBF creem que a única ajuda do governo para salvar o Morumbi seria financeira -o governo, entretanto, diz que não irá empregar verbas em arenas.

A reforma do estádio está orçada em R$ 300 milhões, e a avaliação até de membros do comitê paulista para o Mundial-14 é que o São Paulo terá problemas para conseguir esse dinheiro. A manifestação favorável de Lula também não tem peso decisivo, pois Fifa e Comitê Organizador Local têm autonomia total para tomar decisões em relação aos estádios.

Já o governo tem poder, de fato, só nas obras de infraestrutura relacionadas ao Mundial.

[LUTO] Obrigado [LUTO]

2009 Junho 26
por Jhonathan Doria

Nesta quinta-feira,  25 de junho de 2009, o planeta se despediu do maior astro da música pop de todos os tempos. Aos 50 anos, prestes a completar 51 no próximo dia 29, Michael Jackson sempre esteve em evidência, desde de pequeno quando surgiu os “Jackson five”, onde apartir dai colecionou recordes e mais recordes, onde o albun de música mais vendido do mundo até hoje é o lendário “Thriller”. Mas a flor não tem apenas petalas ela também tem espinhos e com o “Sir Pop” não foi diferente, diversos processos judiciais foram movidos contra, o motivo todos nós já sabemos. Mas a questão é que o mundo perde um Eterno artista, um Mito musical e principalmente uma grande pessoa. Muito obrigado Michael Jackson por mudar a história da musica mundial, muito obrigado por ter pisado no Colossal Morumbi e fazer a festa de mais de 80 mil fãs. O mundo está de LUTO como a muito tempo não se via.

abs,

Jhonathan Doria

LUTO

Entrevista: Ricardo Gomes

2009 Junho 23
por Jhonathan Doria

ricgom

Ricardo Gomes é esperado na tarde desta segunda-feira no CCT da Barra Funda para assinar contrato de um ano com o São Paulo e já discutir o planejamento da equipe para o restante do Campeonato Brasileiro.

Antes de tomar a ponte aérea no Rio de Janeiro, o treinador falou rapidamente por telefone ao UOL Esporte sobre a crise por que passa o time e a nova empreitada em sua carreira.

O carioca, de 44 anos, mostrou-se irritado com comentários de que sua contratação teria sido facilitada por ser genro do presidente da CBF, Ricardo Teixeira.

Segundo tal teoria, sua vinda seria uma manobra de Juvenal Juvêncio, mandatário do São Paulo, para estreitar ainda mais suas relações com a entidade, visando a escolha do Morumbi como palco paulista da Copa do Mundo de 2014. “Isso é um absurdo completo”, protestou.

Também foi lacônico ao comentar a declaração do vice-presidente de futebol Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, de que seria uma incógnita à frente do time tricampeão brasileiro. Confira a entrevista.

UOL Esporte – Assistiu à partida contra o Corinthians? Que análise faz do comportamento do time?
Ricardo Gomes – Não quero falar desse aspecto até me reunir com a diretoria. Mas o São Paulo começou muito bem, como contra o Cruzeiro.

Você disse nos últimos dias que só havia assistido a uma partida do São Paulo antes da sua contratação. É possível diagnosticar à distância os defeitos do time?
Não tem nada melhor do que o dia a dia. Você pode ver 100 jogos pela TV, mas nada substitui o trabalho. Quando você improvisa, é porque tem uma carência, e porque provavelmente você não tem uma solução. Essa carência você só consegue diagnosticar no dia a dia.

E qual carência mais te preocupa?
Não quero falar sobre isso antes de me reunir com a direção.

O São Paulo vem sendo muito criticado pela forma mecânica de jogar, baseada em cruzamentos na área. O que se pode fazer para implantar um padrão de jogo diferente?
O treinador faz uma análise dos pontos fortes do elenco, de que forma ele pode colocar o adversário em dificuldade, e aposta nesse estilo. Talvez a melhor opção que o time encontrou foi essa, por falta de outra.

Como foi o acerto com o São Paulo? Quando aconteceu o primeiro contato com o Juvenal?
Ele me procurou na sexta-feira à noite. Perguntou se eu queria permanecer no Brasil, porque eu estava só de férias aqui e vinha discutindo com outros clubes. Da minha parte foi fácil chegar a um acerto.
Gomes estava negociando sua transferência para o futebol do mundo árabe

O São Paulo já teve interesse em você em outros anos, inclusive antes da chegada do Cuca, em 2004. Por que não deu certo?
Sinceramente não lembro. Já tive outros convites, mas não lembro.

Você ficou marcado pela eliminação no Pré-Olímpico e por passagens apagadas por Flamengo e Fluminense, antes de ir para a Europa. No que você evoluiu nesses dois anos no futebol francês?
O futebol lá é muito diferente, o trabalho lá é feito de outra forma. Me sinto preparado para comandar o São Paulo.
À frente do Monaco, Gomes foi 11º e 12º colocado nas duas últimas edições do Campeonato Francês

Como você reagiu à declaração do vice de futebol Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco, de que você é uma incógnita?
Talvez tenha sido porque eu passei uma época da minha carreira no exterior. Mas isso você tem que perguntar a ele.

O que responde àqueles que dizem que você não tem currículo para dirigir o São Paulo?
Não tenho nada a falar.

Fonte: Uol

‘Era Muricy’: três Brasileiros e decepções na Taça Libertadores e no Paulistão

2009 Junho 21
por Jhonathan Doria

Globo.com

Treinador é o quarto técnico que mais comandou o São Paulo na história

Agência/VIPCOMM

Muricy celebra tricampeonato nacional em 2008

De volta ao  São Paulo desde janeiro de 2006, Muricy Ramalho encerrou, nesta sexta-feira, seu trabalho como técnico no clube. O fim da “era Muricy” aconteceu com a dispensa do comandante por causa da eliminação do time na Libertadores , na derrota para o Cruzeiro por 2 a 0, no Morumbi, na última quinta. Em três anos e meio, o treinador conquistou três títulos brasileiros e foi eleito sempre o melhor na função pela competição nacional, mas amargou quatro decepções na competição continental.

Muricy é o quarto técnico que mais comandou o clube na história, ficando atrás apenas de Vicente Feola (524 jogos), Jose Poy (421) e Telê Santana (410). Com 360 jogos à frente do Tricolor, ele teve duas passagens: na primeira era auxiliar de Telê, mas comandou o “expressinho”, conquistando a Conmebol de 1994. Nesta segunda, dirigiu a equipe em 252 partidas, com 139 vitórias, 67 empates e 46 derrotas.

É dele a marca de mais jogos na Libertadores pelo São Paulo: foram 40 em quatro edições, contra 30 em três de Telê. Mas Muricy foi eliminado em todas no mata-mata. Em 2006, perdeu a final para o Internacional . Em 2007, caiu diante do Grêmio nas oitavas de final. No ano passado, perdeu para o Fluminense nas quartas, no Maracanã, justamente com um gol de Washington, nos minutos finais. E agora o revés foi contra o Cruzeiro.

Em 2006, além do vice-campeonato na Libertadores, o São Paulo ficou em segundo lugar no Paulistão por pontos corridos, vencido pelo Santos . O Tricolor perdeu ainda o título da Recopa, disputado em dois jogos entre o campeão da última Libertadores e o vencedor da Copa Sul-americana, que era o Boca Juniors. Os argentinos ficaram com a taça. A volta por cima veio com o título brasileiro, conquistado com duas rodadas de antecipação (assista ao vídeo).

Em 2007, o Paulistão passou a ter semifinais e finais, após primeira fase por pontos corridos. O Tricolor foi eliminado pelo São Caetano, com empate por 1 a 1 no primeiro jogo e derrota por 4 a 1 no Morumbi.

A queda na Libertadores para o Grêmio pressionou Muricy, que foi mantido no cargo pelo presidente. Novamente, a resposta apareceu com mais um título brasileiro, desta vez com quatro rodadas de antecedência.

Em 2008, O clube contratou jogadores de nome, como Adriano e Carlos Alberto só para a disputa da Libertadores. No Paulistão, a eliminação veio diante do Palmeiras , nas semifinais, com direito a gás no vestiário tricolor no Palestra Itália, em caso que nunca ficou esclarecido. Na competição continental, a queda foi diante do Fluminense, no Maracanã, nas quartas. A história se repetia. E Muricy, que chegou a ter o time 11 pontos atrás do líder Grêmio, conseguiu levar o Tricolor ao tricampeonato inédito, que registrou o sexto Brasileiro da história do clube (assista ao vídeo). A taça foi garantida no último jogo da competição, contra o Goiás, no Gama. Vitória de 1 a 0 dos campeões.

Este ano, o investimento foi total para a Libertadores. O clube contratou o carrasco Washington, além de Junior Cesar e Arouca, vice-campeões com o Fluminense na Libertadores. Renato Silva, Eduardo Costa, Wagner Diniz e Denis também chegaram. No Paulista, mais uma decepção: eliminação para o Corinthians . E, na competição continental, a derrota para o Cruzeiro decretou o fim da “era Muricy”.

Marcello Lima Entrevista Julio Casares

2009 Junho 21
por Jhonathan Doria

SPNet: Ricardo Gomes é o novo treinador do Sâo Paulo

2009 Junho 20

Ex-zagueiro assume o posto já no começo da próxima semana

Equipe SPNet

O São Paulo trabalhou rápido e em menos de 24 horas após o anúncio da demissão de Muricy Ramalho, Juvenal Juvêncio anunciou o nome do novo treinador da equipe.

Trata-se do ex-zagueiro Ricardo Gomes que estava trabalhando no Mônaco. O novo treinador do São Paulo tem no histórico alguns trabalhos duradouros, como gosta o mandatário Tricolor.

Ricardo Gomes atuou ao lado de Raí no Paris St. Geramin e depois foi seu treinador antes da volta do ídolo ao Tricolor.

A carreira

Ricardo Gomes Raymundo iniciou sua carreira como zagueiro do Fluminense no início dos anos 80. No Tricolor das Laranjeiras, conquistou o tricampeonato carioca, 1983/1984/1985, e formou a dupla de zaga campeã brasileira de 1984. A boa campanha no Campeonato Brasileiro de 1984 lhe renderia uma chance na Seleção Brasileira. Três anos depois, uma contusão atrapalhou os planos de Ricardo Gomes na seleção. Entretanto, em 1989, Gomes se consolidaria na seleção. Já no Benfica, o zagueiro foi titular na conquista da Copa América, além de ter sido capitão nas Eliminatórias para a Copa de 1990. A classificação para o Mundial veio, mas o tão esperado tetra, não seria daquela vez.

O corte de 1994

Convocado para a Seleção Brasileira que disputaria o Mundial nos Estados Unidos de 1994, o zagueiro era titular em um amistoso contra El Salvador, o última antes da estréia na Copa do Mundo. Porém, aos 21 minutos do amistoso, Ricardo Gomes sofreu um lesão muscular, que o cortaria do Mundial.

Ricardo era o zagueiro preferido de Carlos Alberto Parreira. Nas eliminatórias para a Copa de 1994 ele atuou apenas nas quatro últimas partidas, por conta de uma contusão abdominal, mas ainda assim marcou 3 gols. Encerrou a carreira em 1996, com apenas 31 anos.

Como treinador, destacou-se no Paris Saint-Germain, Esporte Clube Juventude, Fluminense Football Club e levou o Bordeaux ao vice-campeonato francês da temporada 2005/2006.

Desde 2007 era o treinador do Monaco FC, tendo se desligado da equipe ehá menos de 1 mês. Era um dos nomes pretendidos pela Diretoria do Benfica (POR) para assumir o comando da equipe.

Títulos como jogador

* Campeonato Carioca de Futebol 1983, 1984, 1985
* Campeonato Brasileiro de Futebol 1984
* Campeonato Português de Futebol 1988/1989, 1990/1991
* Taça de Portugal 1995/1996
* Campeonato Francês de Futebol 1993/1994
* Copa da França 1993 e 1995

Títulos como treinador

* Copa da França 1998
* Copa do Nordeste 1999
* Copa da Liga Francesa 2007
* Copa Leonardo Da Vinci 2006